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Archive for janeiro, 2010

PostHeaderIcon É meu!!! É minha!!!

Com o passar do tempo, Banjo foi se acostumando com as pessoas da casa, mas…
Quando eu me sentava no sofá ninguém mais podia passar por perto, pois ele sobia até no encosto do sofá para avançar em quem passasse por ali.
Qualquer sacola ou bolsa deixada nos sofás ou nas poltronas, se fossem tiradas do local por qualquer outra pessoa que não fosse eu, a pessoa levaria uma mordida na certa.
Descobrimos que o bichinho tinha me adotado e tudo que estava perto de mim ou era meu ou era dele.
Ele descobriu os brinquedinhos de plástico da Shiva e uma bola de meia que fiz especialmente para ele, ele queria brincar, mas se tentássemos tirar da boca dele, outra mordida na certa!
Esse problema de morder com os brinquedos eu resolvi dando minha mão à palmatória, ou melhor, a uma boca canina cheia de dentes. Quando ele rosnou e tentou me morder, ao invés de tirar a mão, deixei lá para que fosse mordida, e vi que deu certo, não me mordeu, mas se tentar tirar qualquer coisa da boca dele e ficar com medo, perde um dedo!
Batizamos seus brinquedos (que eram da Shiva) de Ficofico, pois ele morde nervosamente tudo que põe na boca e os brinquedos com apito ficam fico-fico!

Ele começou a ficar mais dócil, mas ainda avança em todos que chegam em casa, fica tranquilo na varanda de casa e só late para o que lhe mostra perigo.
Continuou a dormir muito tempo na varanda, pois as vezes resolvia brigar (brincar) com o velho Toco, subindo em seu pescoço e segurando ele até ficar bravo! Achava melhor não misturar esses dois.

PostHeaderIcon Os próximos 10 e 40 dias

O tratamento com os medicamentos durariam aproximadamente 10 dias e nesse meio tempo comecei a procurar alguém que pudesse ficar com ele.
O Eduardo relutou, mas acabou concordando em cuidar dele, desde que ele ficasse na garagem.
Comecei a mostrar os outros cachorros para ele, parecia que não teríamos muitos problemas, então levamos o Banjo em outro veterinário para tomar as vacinas e assim poder circular entre os outros cachorros da casa.
O novo veterinário examinou a perna e disse que era difícil, mas como ele ainda era novo (pois ainda tinha um canino de leite junto de um permanente e todos os dentes branquinhos) talvez ele pudesse se recuperar sem a cirurgia e deu 40 dias de tratamento com remédios mais fortes.
Realmente tudo isso surtiu efeito, ele começou a andar melhor, a subir no sofá de casa, mas ainda assim continuava bravo.
Achava difícil encontrar alguém que quisesse um cãozinho tão bravo, ele não curte muito criança e uma pessoa idosa com a pele fininha iria se machucar facilmente com ele.
Os quarenta dias se passaram e sua perna ficou tão boa, mas tão boa que começou a fazer saltos acrobáticos nos sofás de casa.
Será que este seria seu novo lar?

PostHeaderIcon O 15º Dia – Veterinário e Banho

No dia anterior, ao chegar em casa, coloquei o cachorro no banco de trás do carro, que estava forrado por um edredom que nem eu sabia que estava no porta-malas do carro; e lá foi ele, cheio de dor, deitadinho observando o que podia acima da janela.
Toda vez que parava num semáforo ele latia para os motoqueiros que paravam ao meu lado. Foi a primeira vez que me senti protegida ao voltar para casa a noite.
Cheguei em casa, coloquei água, comida e uma coberta para ele na garagem e fui dormir.
Mesmo com a perna quebrada ele subiu os degraus da escada de casa e chorou um pouco, até que desistiu e foi dormir.
No 15º dia, um sábado, conseguimos a veterinária após as 12h00.
Enquanto isso eu dei uma saidinha de casa, ninguém ainda sabia que tínhamos novo hóspede na garagem.
As meninas chegaram em casa, e quando foram abrir o portão se assustaram com o leão que estava de perna quebrada na garagem e mesmo assim avançou nelas.
Logo depois veio o Eduardo, que também não conseguiu entrar em casa.
Até eu explicar que ele ficaria apenas alguns dias até se recuperar foi um parto de elefante.
Enfim chegou a hora de levar o novo Banjo para a veterinária, pedi para que as meninas fossem comigo para segurá-lo na frente, foi aí que descobrimos que ele morderia qualquer um que tentasse segurá-lo ou que tentasse movimentar-se no carro, inclusive eu, quando tentava mudar a marcha do carro.
A veterinária examinou e disse que provavelmente ele teria quebrado a ponta do fêmur, mas que teria que fazer um raio-x e talvez, muito que provavelmente uma cirurgia.
Claro que não tinha dinheiro para o raio-x, muito menos para uma cirurgia, mas com a ajuda das amigas professoras e familiares, consegui um pouco de dinheiro para fazer o raio-x e comprar um pouco de remédio.
Saindo da veterinária, fui direto ao pet shop onde sempre compro ração para meus outros bichos – a Shiva e o ainda vivo Toco -, a proprietária disse que daria banho e o tosaria ao preço de um cachorro pequeno e nem cobraria a tosa, só mesmo para me ajudar, já que era um cão de rua abandonado e precisando de socorros.
Fiquei esperando por quase uma hora até que saiu um cachorro magro, feio demais, sem pelos, mas cheiroso e de perna pendurada.
Aí começamos o seu tratamento!

PostHeaderIcon A última sexta-feira no terreno baldio.

Na sexta-feira, a última em que o Dudú ficou no terreno e na qual ele mudou de nome foi um tanto dramática para mim.
Logo cedo recebi um telefonema da Vilminha – que trabalha comigo na escola e sabia que eu estava cuidando do cachorro -, dizendo que um pitbull tinha atacado o Dudú e ninguém mais tinha visto ele, além de ter ficado muito sangue na praça.
Na hora de ir trabalhar fui com o coração apertado, imaginando que ele já pudesse estar morto.
Chegando na rua, lá do alto fui descendo para ver se encontrava o bichinho em alguma moitinha da praça, quando cheguei perto do ponto de ônibus, lá estava ele enroladinho no meio do mato, no lugar de sempre e, mesmo machucado saiu para vir me encontrar. Estava com uma das perninhas traseiras inchada meio que pendurada. Veio mancando ao meu encontro, deitei ele no chão e comecei a procurar se tinha algum machucado a mais. Estava com medo, pois ainda assim era um cachorro de rua e que gostava de latir e rosnar para todos.
Fiquei mais sossegada em saber que ele estava bem, apesar de parecer febril; comecei a falar com todos na escola sobre ele, se alguém queria adotá-lo, mostrei as fotos que havia tirado dele, mas ninguém se interessava.
Justo naquela noite o tempo havia mudado para chuva e pensei que um cachorrinho com a perna quebrada, febril, talvez não sobrevivesse àquela noite.
Uma das professoras disse que pagaria o veterinário para ele se eu o deixasse em casa até se recuperar e conseguíssemos encontrar um novo lar para ele.
Fiquei pensando como ia levar esse cachorro para casa, sozinha, a noite: um cão desconhecido que nunca tinha andado de carro e pior, cheirava a banheiro de rodoviária. Meu marido ia me matar se eu colocasse um animal desses dentro do carro. Mas por fim, meu coração é maior que meu ouvido!!!
Vários alunos do noturno foram ver o Dudú, mas ele rosnava para todos, menos para mim.
Foi no final desse dia (noite) de trabalho que resolvi tentar pegar aquele cachorrinho bravo e colocar dentro do meu carro e, finalmente começar a chamá-lo de Banjo.
Por quê Banjo? Por que ele me lembrava daqueles cachorrinhos que ficam na varanda daquelas casas de madeira que existem no Mississipi, Louisiana ou qualquer outro lugar que vemos naqueles filmes americanos, onde um homem vestido de macacão, fica sentado com seu banjo na cadeira de balanço e sua espingarda encostada na parede, enquanto seu cachorrinho pulguento fica olhando e escutando suas músicas!
Nasceu o BANJO, um anjo que veio para alegrar minha vida.

PostHeaderIcon Os 13 dias após o primeiro encontro.

No dia seguinte ao primeiro encontro, não imaginava que encontraria o cachorrinho novamente, mas lá estava ele e desta vez já veio me receber com seu rabinho de espanador girando como hélices de um helicóptero.
Na segunda tarde fui dividir minhas bolachas da janta com ele novamente, e fiquei brincando com ele por quase uma hora.
Nos próximos dias, ainda não sabendo se o encontraria ou não resolvi levar ração e um pote de água.
A primeira vez que levei ração numa sacolinha de supermercado, quando fui depositar a ração no chão ele tentou me morder, mas mesmo assim continuei a cuidar dele todos os dias.
Quando ia buscar meu carro para ir embora ele me acompanhava até a garagem da casa do meu primo e lá ficava no topo da rua vendo meu carro ir embora como se pensando: – Fui abandonado novamente…
Isso aconteceu no final do mês de junho de 2009, as vezes fazia muito frio, as vezes garoava e o tempo não ajudava, mas lá estava o cachorrinho que começamos a chamar de Dudú, sempre a esperar por algumas migalhas de bolacha e a ração que levava todos os dias.
Cheguei a ir no terreno no final de semana só para levar comida para ele.
As vezes quando me acompanhava até a casa do meu primo, tentava avançar em quem chegava perto de mim, mas até aí achava tudo normal.
Até que chegou a última sexta-feira em que o Dudú ficou no terreno…

PostHeaderIcon O Primeiro Encontro

Estava eu, um dia indo para o trabalho, quando já de longe avistei um cachorrinho cinza, com corpinho comprido e pernas baixinhas, com pelos compridos que cobriam seus olhos. Logo pensei: Que coisinha mais linda!
Cheguei perto dele e, ainda caminhando comecei a chamá-lo, tinha uma cara linda mas ficou meio bravo e arisco ao me ver. Como estava atrasada fui direto ao serviço.
No horário da minha janta, fui até o terreno perto do ponto de ônibus onde o cachorrinho estava naquele final de manhã e ele ainda estava lá, escondidinho no meio do mato, chamei-o para brincar e comer bolachas comigo. Comecei a ganhar sua confiança.
Tinha acabado de encontrar um novo grande amor para minha vida e nem sabia!

PostHeaderIcon O Pequeno Valente

Há dez anos atrás, meu sogro disse que tinha um cachorrinho lindo (um teckel de um ano)  lá no depósito da prefeitura e perguntou se não queríamos ele.
Eu nunca gostei de cachorros pequenos, mas sempre amei cachorros e como o Bundão começava a apresentar os primeiros sintomas de câncer resolvi tentar. Levei a Bruna comigo e fomos ver o tal cachorrinho que se chamava Toquinho.
A dona não o queria mais pois a filha tinha rinite, parecia um bom cãozinho, mas bravo.
Tive que trazê-lo no porta-malas do pálio, isso mesmo, lá, bem fechadinho, pois era meio encapetado.
Ao chegar em casa queria se tornar o dono do pedaço, e o Bunds, com toda a paciência do mundo mostrou que ele era muito bem-vindo mas a casa ainda era dele…

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Menino bonzinho
Eita cãozinho bravo, que não aceitava ir para fora para dormir, que mordia sempre que queríamos pegá-lo, mas com o tempo ele amansou.
Nosso bravo Toquinho era, ao mesmo tempo valente e carismático.
Ficou gordo, passou por apuros quando ainda tinha uns seis anos, quase morreu. Fizemos de tudo, até mesmo levá-lo para Jaboticabal para ver se conseguíamos curá-lo, até que no dia que decidimos que o melhor seria sacrificá-lo ele se levantou como se dissesse, não! eu ainda quero ficar! E nosso bravo se levantou mais uma vez, foi operado e sobreviveu.
Encrenqueiro, gostava de latir, gostava de ir passear, correr no terreno, fazer seu xixizinho… gostava da Bruna e a Bruna amava ele, mesmo levando várias mordidas ao longo da vida.

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Carinha de triste.

Tinha uma carinha triste, mas no fundo era feliz.
Logo depois que o Bundão morreu, ele começou a ter problemas cardíacos, o qual tratamos durante todo esse tempo.
Infelizmente há um mês ele piorou, achei que morreria naquela noite, mas não foi. Foi tratado, melhorou, mas estava proibido de subir escadas, latir, se alterar ou se excitar…. como segurar um cachorrinho com vontade de viver mas com um coraçãozinho fraco?
Hoje pela manhã ele recusou comida, recusou seus remédios mas, mesmo assim foi novamente ao veterinário. O prognóstico não era bom, mas achei que ainda teríamos aquele baixinho encrenqueiro por mais algum tempo. Mas seu coração disse o contrário, e as 13h00 de hoje ele se foi.
É uma grande perda, e uma tristeza sem fim. Mas acho que Deus mandou o Banjo na hora certa e com o propósito de nos preparamos para a perda do Toquinho ou já termos um novo amigo para a Shiva. Não sei!
Tenho certeza que ele subiu com suas pequenas asas e foi recebido pelo Bundão no céu colorido dos cachorrinhos, e agora não tem mais dor, não tem mais falta de ar, pode encher seus pulmões e correr o quanto quiser na imensidão do céu.

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Toquinho.

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Toco

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Sempre alerta. Always alert!

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Toco e sua dona Bruninha

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Com o fiel amigo

Vai meu bonito, vai meu valente… continue olhando por nós daí de cima, nos protegendo, nos cuidando, nos amando… nós não te esqueceremos… nunca!

Já com saudades de ti meu amiguinho!

Anne

PostHeaderIcon Primeiro chilique histérico!!!

Demorou 7 meses, mas tive meu primeiro chilique com uma mãe; pior de tudo que não tinha ninguém para me proteger!
Estava eu fazendo as inscrições, quando uma mãe folgada chegou depois do horário para fazer a inscrição, e eu, toda boazinha, na maior boa vontade do mundo resolvi atender né? coitada, chegando do trampo, não ia tirar a oportunidade!
Foi quando vi que faltava a declaração de escolaridade da maldita e ela discutiu comigo que tinha me ligado ontem as 4h00 e eu não tinha pedido a declaração para fazer a inscrição! Como não, se era a primeira coisa que tinha a fazer antes de indicar se tinha a vaga ou não.
Começou a discussão, ela dizendo que eu não tinha falado e eu dizendo que tinha. Até que falei que a discussão ia demorar horas, pois ninguém tinha como provar nada. Ela falava que a filha ia fazer a 3ª série e eu perguntava se não era o 3º ano, e a discussão foi aumentando, até que ela me deu um papel encardido dizendo que era 3º ano, e essa vaga eu não tinha. Só que aí eu já estava quente e vermelha de raiva e com a voz já ficando estridente!
Ela disse que ia procurar seus direitos, e eu mandei ir, porque ia fazer uma gentileza e quando se faz gentileza para burro só se leva coice.
Aprendi que quando a secretaria fechar as 4 horas eu não abro mais nem com um segundo passado!

Puta que pariu! Oooo gentinha foda!!!!

Como sempre digo Wäizefüden mesmo!!!

Bjunda da Nibelunga )(

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Nada volta, e, se um dia voltar já não será mais o que era antes.
Meus sonhos ficam, sonhos de menina, mas o tempo já não nega que esses eles são apenas uma forma de me manter viva, de me fazer lembrar do que um dia eu fui ou pensava em querer ser.
Vai chegar o dia em que os meus olhos fecharão e neles não serão mais passados os filmes dos sonhos noturnos, nem os filmes dos sonhos em que não preciso fechar meus olhos.
As vezes sinto que meus sonhos são realidade e que minha realidade não passa de um tempo perdido por nada.
Já fui apaixonada por homens, hoje sou apaixonada por coisas que realmente me trazem prazer ou paz.
Me entusiasmei com muita coisa, hoje? nem sei dizer.
Tinha medo de escuro, hoje ele é meu maior companheiro, é na escuridão que deito meu corpo e fecho meus olhos para passar horas adoráveis sonhando o inesperado.
Eu já quis abraçar o mundo, hoje só quero a paz.
Tenho saudades do passado, mas não quero ele de volta.

PostHeaderIcon Falso sequestro

Já ouvimos barbaridades sobre os telefonemas de falsos sequestros, mas, a única coisa que não vem no manual interno de instruções é o de como manter a calma e a razão.
Hoje a tarde eu fui uma das vítimas!
Como sempre estávamos no trabalho, quando meu celular tocou, vi que o número era privado, mas como algumas pessoas de casa têm esse hábito eu resolvi atender.
Do outro lado da linha uma moça me falava: – Mãe, fui assaltada, mas fica calma!
Eu não reconheci a voz, mas a moça continuava a chorar e falar estranho e comecei a ficar nervosa, primeiro pensei na Marina que está com princípio de pneumonia, depois ouvi uns barulhos e achei que tinha entrado ladrão em casa, depois parecia barulho de carro, achei que tinha sido atropelada…  e meu nervosismo foi aumentando, quando  sem perceber acabei falando o nome dela.
Assim que falei o nome dela, ela passou o telefone para um grande filho da puta que dizia ser um ex policial e que ela estava bem, mas que para ir embora eu ia ter que negociar com ele. Nisso percebi que era trote e desliguei o telefone e comecei a tentar falar com a Marina, o cel. dela não atendia, o da Bruna também não, queria ligar para minha mãe mas não queria deixar ela nervosa e não conseguia lembrar de outros números de telefone.
Nesse meio tempo eles ligaram novamente e minha chefa atendeu para enrolar os caras, enquanto isso continuava tentando ligar para ela, consegui falar com o Du e depois tive a ideia de procurar o telefone da loja dela na internet que estava ligada no computador bem na minha frente.
Quando encontrei o telefone do shopping eu falava pra moça me passar o telefone da loja correndo, rápido; liguei e pronto, quem atendeu?! Claro, minha filha, que estava onde deveria estar, trabalhando, linda e maravilhosa.
Enquanto a Ro conversava com o puto, ele começou a pedir de 15 mil reais até 300 reais no final, pois ela falava que tinha só 10 reais na carteira. NO final de tudo liguei para a polícia que dizia não poder fazer nada.
Nunca passei tanto nervoso na minha vida, é uma sensação estranhíssima e horrorosa.
E eu que achava que era uma mãe desligada, displicente, e que não dava o amor que elas deveriam ter. Descobri que amo essas duas figuras mais que tudo no mundo e que daria minha própria vida por elas, sempre!

Deus me livre de passar tudo isso novamente!
Cuidado se vc for o próximo.

Bjunda da Nibelunga )(