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Archive for fevereiro 27th, 2010

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Havia quatro meses que não me pesava. Porque? Horas… longa história.
Após lugar para ter sempre 52 quilos, engravidar duas vezes seguida e chegar aos 120 quilos, consegui milagrosamente voltar aos 50 depois de muita humilhação vinda do meu ex putíssimo marido.
Estava eu feliz com meu peso quando, ao conseguir uma cirurgia plástica no hospital das clínicas em São Paulo tinha acabado de descobrir que estava com endometriose e já estava fora do peso novamente, com 63 quilos, quando o médico disse que teria que emagrecer uns 5 quilos para fazer a cirurgia.
Daí para frente minha vida e meu corpo viraram um inferno.
Primeiro que não conseguia emagrecer e o médico disse que primeiro teria que fazer o tratamento da endometriose para depois fazer a cirurgia plástica, depois que os exames que tinha feito duravam apenas três anos.
O tratamento da endometriose me custou dois anos inteiros da minha vida tomando toneladas de hormônios e mais um ano até descobrir que teria que fazer uma cirurgia para a retirada de um endometrioma, aí já me sentia uma beluga branca, com 70 quilos.
Daí para a frente tudo só piorou.
Comecei a fazer natação para ver se emagrecia, nada, consegui mais uns 4 quilos que a professora dizia ser massa muscular, balela! Era apenas mais banha, fui e voltei dos 70 quilos e 78 durante mais uns dois anos, fiz três meses de musculação, mais uns três de caminhada diária,  quando percebi já estava com 80 quilos, quando comecei a trabalhar já estava com 84, emagreci uns três e comecei a engordar novamente e deprimida parei de me pesar, quando, ontem, após 4 meses sem me pesar resolvi encarar a balança novamente… surpresa!!!!!! 90 quilos.
Meus primeiros pensamentos foram: cortar minha garganta, cortar meus pulsos, fazer  haraquiri, me sufocar no travesseiro, jogar o carro num barranco, pular da terceira ponte e ficar deprimida.
Claro que o último pensamento é o que vale. De que vale se olhar no espelho e estar cada vez maior, de uma beluga para uma orca em poucos anos?  A Beatriz me chama de Txilito, quase igual a baleia do Seaworld – Txilittum – que matou a treinadora nesta semana.
Odeio estar assim e  não encontro graça em nada. Talvez infeliz para sempre, mas por fora… tento me fazer feliz e fazer com que as pessoas riam, pelo menos alguem tem que sorrir da vida!

PostHeaderIcon A pior pessoa que eu conheço!

Quando assistimos algum filme ou novela achamos muito difícil existir pessoas tão más quanto os persongens que aparecem nas estórias.
Me lembro de quando era criança que a mãe da minha melhor amiga e vizinha da minha avó, sempre estava aos berros e na pancadaria com ela e sua irmã mais velha.
Nós como crianças que éramos sempre aprontávamos alguma, mas nada que devesse ser levado tão a sério e acabar nos berros e pancadas, como sempre.
Nem mesmo eu, que nem da família era, escapei de seus ataques de fúria com seus berros horripilantes nos quais proferia palavras que nenhuma criança deveria ouvir.
A nossa vida foi passando, a minha sempre normal com pais e avós super amorosos, mas a vida da minha melhor amiga sempre foi a mesma, na adolescência e também agora na idade adulta.
Tivemos nossas filhas no mesmo ano com poucos meses de diferença, infelizmente a sua filha viveu a maior parte do tempo com essa avó descontrolada.
Felizmente nem minha amiga nem sua filha foram afetadas na personalidade, digo, não herdaram aquela ruindade que só mesmo esta pessoa possui dentro dela.
Por vezes imagino que ela é a própria personalização do mal, uma verdadeira demônia que habita um corpo humano. Uma pessoa totalmente mal amada e, apesar de sempre ser vaidosa com sua beleza exterior, tem um interior podre e que só se sente bem ao fazer o mal para os outros.
Frequento a casa da minha amiga até hoje, mas ela ainda mora com a mãe e seus filhos, pois a vida não lhe ajudou muito, talvez seja seu carma viver com uma mãe tão horrenda, ou apenas é o velho ditado: mãe é mãe! ou, mãe só tem uma! Toda vez que chego lá tenho que receber um beijo molhado com o veneno de uma serpente venenosa ou um abraço e ouvir a palavra que mais odeio: Oi QUERIDA, como vai? O marido vai bem? sua vida vai bem? como andam as coisas? – quanto pior for nossas vidas mais feliz ela fica e seus olhos brilham!
Felizmente  eu sobrevivi a essa personificação demoníaca, mas minha filha também teve que cair em suas garras sem nada ter feito.
Nesta semana ao visitar a filha da minha amiga começou a ouvir palavras duras como se ela fosse uma pessoa ruim e mal educada, recebendo um dedo em riste e também quase apanhando sem nenhum motivo, simplesmente por ter ido visitar uma grande amiga no meio da semana as 7 horas da noite.
Acredito que se essa mulher morrer nem o diabo a queira como companhia.
MInha amiga é forte e a amo  muito, pois sei o que ela passa naquele covil.
MInha filha não merecia ter ouvido aquelas coisas que um dia também já ouvi há tantos anos atrás.
Eu sempre escolho conviver com pessoas que se parecem um pouco comigo, para não ter grandes dores de cabeça, mas essa mulher, que gosta de gritar, bater e fazer grandes barracos é uma pessoa que as vezes tenho que ver.

Ruindade em pessoa. Mulher má e vil. Desprezível ao extremo. Como gostaria que nenhuma pessoa como você existisse.

Minha amiga e seus filhos já têm o bilhete para o céu sem escalas e convivendo com ela acredito que eu também já tenha conseguido pelo menos a ponta do mesmo bilhete.

Mexe comigo mas não com as minhas crias, cascavel!

Bjunda da Nibelunga )(